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domingo, 17 de janeiro de 2016

A era do petróleo chegou ao fim, diz presidente do maior banco da Rússia

Herman Gref, presidente do Sberbank, o maior banco da Rússia, acredita que a era do petróleo já chegou ao fim, e que o mercado viverá um último período decadente, de cerca de 10 anos, até que haja um pleno desenvolvimento da indústria de automóveis movidos a energia elétrica.

Trabalhador em refinaria de petróleo
"Podemos dizer que essa era ficou no passado. Hoje, da mesma forma que dizem – a Idade da Pedra não acabou porque acabaram as pedras , – podemos falar com certeza que a era do petróleo já terminou. Se haverá um período de transição, não sei de quanto tempo será – 10 anos, enquanto toda a infraestrutura de automóveis elétricos não estiver devidamente desenvolvida" – acredita o presidente do maior banco da Rússia.
"Quando sentei pela primeira vez num carro Tesla, eu entendi que o futuro, infelizmente, chegou antes do que esperávamos, como sempre" – disse Greff ao discursar num importante fórum econômico em Moscou.

Nas palavras do economista, nos próximos anos a China aumentará a capacidade instalada de suas centrais elétricas movidas por fontes renováveis de energia para até 560 GW (gigawatts). "Para efeito de comparação, isso é 2,5 vezes mais do que toda a capacidade instalada da Rússia"
A capacidade instalada do sistema elétrico unificado da Rússia, segundo dados do início de dezembro de 2015, era de cerca de 235 GW. A capacidade instalada do sistema elétrico chinês no início do ano passado já ultrapassava os 1300 GW. "A previsão mais próxima é que a de que a China, mediante as suas atuais taxas de criação de energia alternativa, consumirá, aproximadamente, até 45% menos de fontes convencionais de energia. Trata-se do nosso carvão voltado para o mercado chinês, que nós desenvolvemos e exportamos em grandes volumes e no qual continuamos fazendo grandes investimentos. Bem como os hidrocarbonetos"


Magazine Habanospoint

Comandante sírio nega relato de 400 pessoas raptadas pelo Daesh

Comandante em ação na Síria afirma que relatos de raptos de civis na província de Deir ez-Zor são falsos.

Civis na chuva ao lado de um prédio danificado na área de Maaret al-Numat, Síria

Um comandante em campo na Síria negou, neste domingo, em entrevista à Sputnik, os relatos de que o Daesh, grupo também conhecido como Estado Islâmico, teria raptado cerca de 400 pessoas na província de Deir ez-Zor no leste da Síria.
Anteriormente, o canal de TV Al Mayadeen havia informado que militantes do Daesh assassinaram 280 pessoas na vila de al-Bagilya, na província de Deir ez-Zor. Segundo outros relatos, os jihadistas haviam raptado 400 civis, incluindo mulheres, crianças e idosos após os assassinatos.
“Os relatos de raptos de civis da vila são falsos”, disse o comandante à Sputnik.
Desde 2014, militantes do Daesh tomaram muitos territórios na Síria e no Iraque, declarando um Califado nas áreas sob seu controle. O grupo forçou milhares de pessoas, principalmente minorias religiosas como cristãos e muçulmanos xiitas, a deixarem suas casas.
Desde setembro de 2014, a Rússia vem realizando uma campanha aérea na Síria contra o Daesh a pedido do presidente do país, Bashar Assad.


Magazine Habanospoint

acordo nuclear com Irã mostra capacidade da diplomacia americana

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que o acordo nuclear iraniano não resolveria todas diferenças entre Washington e Teerã, mas ressaltou que a diplomacia americana é “forte”.

Barack Obama respondeu a perguntas sobre o acordo com o Irã em coletiva de imprensa realizada na Casa Branca nesta quarta-feira (15) 

  O acordo nuclear alcançado pelo Irã junto a potências mundiais em julho de 2014 comprovou a capacidade da diplomacia americana, afirmou o Presidente Barack Obama neste domingo.

“Estamos vendo o que é possível com a forte diplomacia americana… isso inclui nossa diplomacia com a República Islâmica do Irã”, declarou Obama em uma entrevista coletiva após a implementação do Plano de Ação Conjunta com o Irã.
O presidente americano afirmou ainda que o acordo nuclear com o Irã não resolveria todas diferenças entre Washington e Teerã.
“Lidar diretamente com o governo iraniano para acertar bases pela primeira vez em décadas criou uma oportunidade única, uma janela para tentar resolver questões importantes”


Magazine Habanospoint

União Europeia estuda se google e facebook viola defesa da concorrência

A União Europeia está estudando se a prática de grandes empresas de internet, como o Google e o Facebook, de coletar grandes quantidades de dados de seus usuários, viola regras de defesa da concorrência, afirmou neste domingo a chefe de competição do bloco, Margrethe Vestager.

 Site do serviço Gmail do Google Russia


Se o uso de dados por uma empresa é tão ruim para a competição que supera os benefícios, podemos ter de intervir para restaurar a igualdade de condições", disse, de acordo com um texto de seu discurso proferido em evento em Munique, na Alemanha. "Nós continuamos a olhar atentamente para esta questão", continuou, segundo a Agência Estado.
Seus comentários destacam o foco maior que os reguladores dão ao uso do chamado "Big Data" — grandes conjuntos de informações pessoais que são cada vez mais importantes para as empresas digitais, mesmo que as pessoas geralmente entreguem as informações voluntariamente quando usam serviços gratuitos.
Os dados podem ajudar as empresas a direcionar as operações de negócios de maneira mais eficiente. As empresas estão cada vez mais coletando mais dados. "Mas se a apenas algumas empresas controlam os dados necessários para satisfazer os clientes e reduzir os custos, isto poderia dar-lhes o poder de conduzir os seus rivais para fora do mercado", disse Vestager.

A preocupação é que enormes conjuntos de dados compilados por grandes empresas da internet poderiam dar a essas empresas uma vantagem injusta por essencialmente colocar barreiras à nova concorrência, alguns especialistas dizem. Estas empresas iriam acumular perfis detalhados de seus consumidores que lhes permitam direcionar publicidade com precisão, enquanto novos rivais poderiam estar muito atrás para competir.
Vestager afirmou que a União Europeia teria o cuidado de distinguir entre diferentes tipos de dados, uma vez que algumas informações podem se tornar obsoletas rapidamente, fazendo com que as preocupações de posição dominante no mercado sejam discutíveis.
Os advogados que representam empresas de tecnologia têm dito que as preocupações de concorrência sobre os dados estão equivocadas. Eles afirmam que os dados não são exclusivos, já que muitas empresas diferentes podem conter a mesma informação sobre as pessoas, como nomes, endereços e detalhes de cartões de crédito, por exemplo. Argumentam também que é fácil para os consumidores alternar entre plataformas.
Magazine Habanospoint

sábado, 16 de janeiro de 2016

Apple e Google: gigantes tech lideram ranking de marcas mais valiosas


Apple e Google lideram ranking de marcas mais valiosas do mundo (Foto: Reprodução) 

Apple e Google lideram ranking de marcas mais valiosas do mundo (Foto: Reprodução) 

O mundo da tecnologia não é polarizado entre Apple e Google só quando se tratam de seus produtos, mas também do valor que têm duas poderosas marcas globalmente. O novo ranking mundial de marcas mais valiosas trouxe as donas do iPhone e do Android no primeiro e segundo lugares, respectivamente.

É o segundo ano consecutivo que Apple e Google lideram o ranking da Interbrand, resultado de valorização ainda maior das suas marcas. A marca da empresa liderada por Tim Cook aumentou seu valor de mercado em 21%, chegando a incríveis US$ 118,9 bilhões (R$ 286 bilhões). Já a marca da gigante das buscas, por outro lado,  foi valorizada em 15% entre 2013 e 2014, alcançando a marca de US$ 107,4 bilhões (R$ 258 bi).
A lista está cada vez mais tomada por empresas de tecnologia. Das cinco primeiras, a única “intrusa” é a Coca-Cola, que ocupa a terceira colocação, seguida de IBM e Microsoft. Completam o top 10: GE (6º), Samsung (7º), Toyota (8º), Mcdonalds (9º) e Mercedes-Benz (10º)


Magazine Habanospoint

ASSISTÊNCIA TÉCNICA ESPECIALIZADA.

Assistência técnica especializada em informatica em geral.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

VACINA CONTRA A DENGUE

 magazine habanospoint

https://www.magazinevoce.com.br/magazinehabanospoint/

A vacina contra a dengue já existe e teve sucesso em testes realizados em humanos. A empresa francesa Sanofi Pasteur conseguiu criar uma vacina com o vírus atenuado da dengue, sendo esta eficaz contra os 4 tipos existentes da dengue.
Em laboratório os cientistas conseguiram produzir um vírus atenuado da dengue e fizeram uma vacina com ele, composta por 3 doses que devem ser dadas com intervalo de 6 meses.
A vacina foi já dada a indivíduos de diferentes locais do mundo que habitam em regiões onde há grande possibilidade de contrair a dengue, e após a vacinação foi observado que mesmo estando expostos ao vírus da dengue, nenhum deles chegou a desenvolver a doença, pois os seus corpos já tinham desenvolvido anticorpos contra o vírus da dengue.
Durante os testes em humanos não foram observados efeitos colaterais importantes, apenas dor e vermelhidão no local de aplicação, o que é comum para a maior parte das vacinas.
O México foi o primeiro país a aprovar a vacina contra dengue no final de 2015. Estima-se que em 2016 a vacina da dengue já esteja disponível no mercado brasileiro, após serem feitos todos os testes nos humanos e ter sido aprovada.

Avanços contra a dengue

No Brasil, o Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan também estão tentando desenvolver uma vacina contra a dengue que seja totalmente eficaz contra os 4 subtipos da doença, estando prevista a sua comercialização em 2016. Atualmente estão sendo feitos testes em várias cidades brasileiras para avaliar a segurança e eficácia da vacina, que aparentemente protege 66% da doença e tem se mostrado eficaz entre pessoas entre 9 e 45 anos de idade.
Na Austrália, um grupo de pesquisadores em parceria com a Fiocruz tentam encontrar uma nova arma contra a dengue, a bactéria Wolbachia que contamina o mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypt diminuindo pela metade o seu tempo de vida e livrando-o do agente causador da doença. Esta seria uma outra abordagem contra a doença, natural e mais sustentável, segundo os pesquisadores.